quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O USO RITUALÍSTICO DO RAPÉ


Por Vinícius Casagrande Fornasier – Kumahu (Yawanawa)



      Este artigo é um apanhado de todo conhecimento a respeito do uso terapêutico e espiritual do rapé. Muitas informações citadas neste texto são relatos das minhas experiências, juntamente com as experiências de nosso grupo de estudo (Sol da Manhã – Espaço Rapa Nuy) de Porto Alegre. Percebemos a importância de esclarecer, orientar e conscientizar a toda pessoa que faz uso desta poderosa medicina de cura, de forma a não cair na banalização ou mau uso.
O Espaço Rapa Nuy, em Porto Alegre, é referência no Brasil em trabalhos espirituais junto aos povos indígenas, unindo os povos, trocando conhecimentos e proporcionando ao público, a oportunidade de conhecer um pouco da cultura e das tradições dos povos indígenas de toda América.
Uma das particularidades deste grupo é um estudo aprofundado junto à medicina do rapé. Um trabalho iniciou-se a mais de 10 anos. Nos últimos dois anos, o espaço tem realizado alianças, trocas culturais e espirituais com as etnias Huni Kuin (Kaxinawa) e principalmente junto à etnia Yawanawa – ambas localizadas no estado do Acre.

O que é rapé?

A palavra rapé vem do francês “râper” (raspar). Basicamente, é tabaco moído, raspado ou pilado, inalado ou aspirado via nasal. Até o início do século XX, era bastante comum o uso de rapé no Brasil. Costumava ser vendido em caixinhas (semelhantes às de fósforo) ou estojos. Seu uso, neste caso, não é ligado a rituais (espirituais). O rapé elaborado puramente de tabaco está associado ao tabagismo e pode causar dependência e doenças associadas ao seu uso demasiado. Porém, o rapé utilizado para fins espirituais é composto por outras plantas – neste artigo será enfatizado o uso da cinza da casca de pau pereira (Geissospermum vellosii), utilizado por povos indígenas no norte do Brasil.

O tabaco sob o ponto de vista espiritual

            De maneira espiritual (xamânica ou ritualística), o tabaco é considerado uma planta de poder, sagrada e usada apenas para fins espirituais e/ou religiosos. Dentro de muitas tradições nativas, é considerada como uma planta mestre, também vista como um pai ou avô que contém toda sabedoria ancestral da floresta.
            O tabaco pode ser utilizado dentro dos quatro elementos. O tabaco do fogo é o tabaco queimado em cachimbos (e similares) e apenas baforado, sem tragá-lo. Neste caso é muito utilizado para rezar. Considera-se que a fumaça lançada ao ar carrega a oração até o Grande Espírito (Deus).
Foi através da civilização ou do “homem branco” que o tabaco tomou outra dimensão (viciante, cancerígeno, etc.).  Na maior parte das tradições que fazem uso ritualístico do tabaco, ele jamais é tragado – é considerado um desrespeito com o espírito ancestral desta planta sagrada.
O tabaco d’água é o tabaco preparado pela sua infusão em água (por alguns dias) e inalado via nasal ou oral (de acordo com o ritual). O tabaco da terra é tabaco seco mascado e cuspido (ritual da mascada) e o tabaco do ar é uso ritualístico do rapé (aspirado via nasal). O tabaco ainda é muito utilizado para oferenda (para a terra/Terra e para o fogo), considerado como uma forma de agradecimento ou oração.
Quando o tabaco é utilizado espiritualmente, traz purificação, centramento, transforma energias negativas em positivas, serve de mensageiro.

O rapé indígena

            No norte do Brasil, povos indígenas usam o rapé há séculos (antes da chegada do homem branco). Algumas etnias, tais como a Huni Kuin – Kaxinawa e a Yawanawa, tem o rapé como uma “medicina” (associada ao uso terapêutico e espiritual).
            O tabaco utilizado para a elaboração do rapé é cultivado (orgânico) pelo próprio povo (e geralmente rezado em todas suas fases: plantio, cultivo, colheita, preparo). O tabaco mais conhecido é do tipo “mói”, que é preparado em corda.
            O rapé neste caso é constituído de tabaco (pilado) e cinza (pau pereira, cumaru, canela, canela de velho, entre outras).
            Para esses povos, o rapé é uma medicina que contém um espírito com grande poder, trazendo curas, proteção e afastando todo tipo de males. Outro ponto a salientar, é que o rapé não é aspirado, mas sim soprado nas vias nasais através de uma espécie de canudo, chamado de “tepi”.  Também pode ser autoaplicado através de um instrumento chamado de “curipe”.



Detalhe do Tepi à esquerda e Kuripe à direita


            No passado, o rapé era utilizado apenas pelo pajé da tribo, para que pudesse se “conectar” ou integrar-se à natureza, podendo identificar males que pudessem atingir seu povo ou então, em rituais de cura, com o propósito de proteção espiritual, identificação da doença e, trazendo o poder do espírito desta medicina para curar.
            Atualmente, há uma maior difusão do uso do rapé para fins ritualísticos, não só nas tribos, mas também pelo Brasil a fora – por associações religiosas, grupos espirituais, terapeutas xamânicos, entre outros. Seu uso é associado ao ritual com Ayahuasca (Hoasca, Uni, Nixi pae, Santo Daime). As etnias Huni Kuin e Yawanawa, tradicionalmente usam o rapé em rituais com ayahuasca. Outro fato é que estas etnias há alguns anos, vem difundindo suas tradições, não só pelo Brasil, mas pelo mundo a fora. Deste modo, vários grupos religiosos que fazem uso ritual da ayahuasca (até mesmo o Santo Daime), vêm introduzindo o rapé em seus cerimoniais.
            O rapé e a ayahuasca possuem uma grande intimidade. A união destas energias gera maior luz, curas e alinhamento espiritual.

O rapé Yawanawa

            Nesta tradição, o rapé é elaborado tradicionalmente com as cinzas de cascas de pau pereira, chamado de “tsunu”. Há também, opcionalmente, a adição de pequenas quantidades de canela.
            De acordo com Almeida (et al., 2007), o pau pereira (Geissospermum vellosii) está entre as plantas mais estudadas pela medicina popular (há indícios para tratamento de Alzheimer e comprovada ação analgésica), utilizado desde meados do século XIX para tratar malária, má digestão, inapetência, febres, tonturas, prisão de ventre, entre outras. Trata-se de um poderoso alcaloide (geissospermina, entre outros em menor quantidade) que é extraído das cascas do pau pereira. As primeiras publicações médicas sobre o alcaloide surgiram em 1837, no Brasil. Atualmente existem vários estudos a respeito o uso medicinal deste alcaloide.
            O feitio do rapé é simples, porém, não deixa ser um ritual. Primeiramente deve-se ter tabaco seco e cinza de tsunú. O principal ritual da elaboração é o pilar (pilão) do tabaco. A pessoa que realiza este processo deve estar concentrada (em silêncio), pois, considera-se que grande parte da força do rapé vem da intenção de quem pilou. O feitio pode ser cerimonial, com cantos e orações. O tabaco pilado é peneirado e, então, surge a alquimia: a mistura da cinza com o tabaco. A proporção é variável, definida muito intuitivamente.
            Para os Yawanawa, o rapé tem o poder de expulsar qualquer malefício que a pessoa possua. Serve também para auxiliar em processos de cura, protegendo e integrando o curandeiro às forças da natureza. O seu uso é muito associado aos rituais cerimoniais com Uni e também com o Sepá (resina natural que é queimada – usada como defumação, com grande poder em trabalhos de cura).

Rituais com o rapé

            O rapé usado em rituais, chamado de “roda de cura” é um cerimonial voltado a um uso terapêutico do rapé. A cerimônia pode ser constituída de vários rituais, tais como defumações, orações, cantos e a aplicação do rapé (usa-se a expressão “tomar rapé”).
            Para pessoas inexperientes, o rapé pode causar uma forte impressão a respeito (assustar-se com a sensação ou vivenciar uma forte experiência) e por isso, cabe a quem está aplicando e conduzindo o ritual, explicar e proporcionar um ambiente seguro para que a pessoa possa realmente se entregar ao processo. Além disso, para uma primeira vez, geralmente é aplicado doses menores e sopros moderados. Para pessoas experientes com esta medicina, a aplicação pode ser muito variada, de acordo com as necessidades e objetivos.
            O rapé é uma medicina basicamente de conexão. Trata-se de um poderoso alterador de consciência (enteógeno). Saliento isto, pois o rapé, espiritualmente falando, tem o poder de abrir inúmeros portais e a pessoa pode acessar diferentes dimensões. Por esse motivo, é imprescindível estar em ambiente seguro e próprio para tal experiência. Os cantos, assim como em rituais com ayahuasca, tem um papel muito importante para conduzir a pessoa a um caminho de cura e iluminação.
            Rapé é coisa séria! O uso desta medicina deve sempre estar alinhado a um propósito espiritual. É preciso estar concentrado, em oração, procurando a firmeza, juntamente à entrega, para poder receber a cura ou a instrução espiritual.

Qualquer pessoa pode aplicar rapé?

            
      Não é qualquer pessoa que pode aplicar (soprar) rapé. Existe a diferença entre se autoaplicar e aplicar em outra pessoa. A autoaplicação é voltada às pessoas que fazem estudo com o rapé e, neste caso, é fundamental para que a pessoa possa identificar o próprio poder pessoal junto a esta medicina. Recomenda-se a autoaplicação para quem já passou por um ritual de cura com rapé e possua consciência e conhecimento desta poderosa medicina. Para os experientes, a autoaplicação é feita antes de aplicar em outras pessoas (como forma de estar conectado e protegido).
            Dentro das tradições indígenas, a pessoa que quer aplicar rapé precisa fazer um estudo profundo, com aplicações fortes de rapé (para poder conhecer profundamente a medicina), seguido de uma dieta especial, onde, basicamente, é retirado o açúcar (inclusive frutas) e as relações sexuais (entre outros como carne vermelha e sal).
Segundo as tradições, o açúcar gera uma falsa energia (como uma droga) e por ser estimulante, deixa a pessoa menos sensível (portanto gera uma dificuldade de conexão espiritual), além de estimular a energia sexual, durante o período de estudo (que é de no mínimo 15 dias e, podendo se estender a um mês ou mais). Reter a energia sexual durante o estudo é fundamental e, uma vez que isso seja quebrado, o estudo precisa ser recomeçado do zero.
Durante o período de estudo a pessoa usa o rapé diariamente, orando e pedindo a instrução e a benção do espírito desta medicina. O processo de estudo é também uma cura. Para uma pessoa que vive de forma mundana, esta dieta pode ser um real caos, gerando uma grande mudança em sua vida. Por isso, é importante que a pessoa esteja sob a orientação de uma pessoa experiente.
            É fundamental compreender que o motivo principal do estudo para aplicação de rapé é por algo muito simples: quando a pessoa assopra o rapé em outra pessoa há uma forte troca energética entre ambas (principalmente para quem recebe) e então pergunto: que tipo de energia a pessoa está recebendo?
            A medicina do rapé e baseada na intenção. Segundo as tradições indígenas, o rapé pode tanto curar como gerar doença e males espirituais, tudo depende da intenção de quem o usa e/ou aplica. Aplicar rapé é uma grande responsabilidade. Devemos conhecer e confiar plenamente em quem irá nos aplicar, pois estamos dando nossa vida nas mãos de outra pessoa. Quem aplica também recebe a energia da pessoa que recebe e, neste caso, não tendo um prévio estudo com o rapé, poderá estar recebendo energias densas que podem gerar inúmeros males e até doenças. Portanto, o estudo (dieta) é fundamental para ancorar e compreender a poderosa energia do rapé. Somente pessoas experientes (que possam orientar e ancorar) podem passar este estudo a alguém.

Sintomas e benefícios do rapé

            A experiência com o rapé é muito intensa. A pessoa vivência uma série de reações físicas, psicológicas e espirituais em pouquíssimo tempo.
            Os sintomas diretos da aplicação forte de rapé são: forte ardência de toda face nasal, sensação de queimação nas cavidades, forte pressão na cabeça, tontura, acelera os batimentos cardíacos, falta de ar, náuseas, vômitos, sensação de paralisação corporal, entre outras. Porém, isto é o extremo, pois um sopro moderado pode ser bastante tranquilo, apenas sentido leve tontura e relaxamento do corpo.
            O rapé deve ser soprado em ambas às cavidades nasais. Quando iniciamos um trabalho cerimonial, destacamos muito esta informação. Cada uma das faces nasais representa um meridiano do corpo. O lado direito é associado ao masculino (racional) e o lado esquerdo o feminino (intuitivo). A pessoa que vai receber um sopro pela primeira vez deve estar ciente disto. Algumas experiências que tivemos, demonstraram que a pessoa que não se propõe receber o segundo sopro (medo), acaba entrando em um processo tão ou mais forte que o habitual. Isso basicamente se deve pelo fato da pessoa não se entregar ao processo de cura e/ou também rejeitar a medicina, o que, de certa forma é como rejeitar o espírito do rapé.
            O rapé, psicologicamente falando, trata principalmente dos medos. Uma aplicação forte de cura pode levar a pessoa a vivenciar sua própria sombra e acessar os medos mais obscuros. Inúmeras experiências comprovaram a eficiência no trato de depressões, medos obsessivos, insônia, ansiedade, entre outros.
            Há indícios que a cinza de pau pereira neutralize parte da nicotina do tabaco, o que torna o rapé um meio de curar tabagistas. Comprovadamente pude conhecer várias pessoas que largaram o vício (cigarro) após fazer ritual com uso de rapé. Particularmente venho estudando o rapé há algum tempo e, costumam me perguntar: “rapé vicia?” A resposta é simples: o uso ritualístico (dentro do sagrado – espiritual) do rapé não vicia. Porém, mesmo este rapé com cinza de tsunu pode viciar àqueles quem fazem o mau uso (usam rapé sem um propósito espiritual) desta medicina.
            Sob a óptica espiritual, o rapé pode expandir muito a consciência e a mediunidade. Pessoas com forte mediunidade vivenciam intensas experiências com o rapé, recebendo com clareza informações, orientações e curas. Para quem trabalha com esta medicina, ela é excelente para trazer o centramento, conexão, instruções para o trabalho espiritual e, além disto, protege nosso corpo e espírito. 
            O rapé também é muito eficiente para tratos do sistema respiratório e digestivo. Eu mesmo curei minha sinusite e inúmeras pessoas já se curaram de renites, tiveram maior imunidade contra resfriados e outras disfunções respiratórias. O rapé é muito poderoso para tratar o sistema digestivo. Energeticamente, ele atinge de forma direta o plexo solar (região do estômago – também associada aos medos, ansiedade, etc.), fazendo com que a pessoa arrote ou até mesmo vomite, eliminando energias densas desta região. É também muito eficaz para tratar a constipação (efeito imediato). O rapé ainda traz curas rápidas de dores (cabeça ou no corpo), desperta o corpo (quando sonolento e preguiçoso), traz relaxamento, e sensação de frio (baixa a pressão).
O povo Yawanawa tem como costume tomar rapé no final da tarde, após o trabalho para resfriar o corpo e relaxar, seguido de um banho de rio. O rapé tem energia predominante da terra. Por ser uma energia densa, quando estamos sob o efeito forte do rapé, a forma mais simples e rápida de diminuir o efeito é banhar-se com água fria.

Recomendações para quem faz o uso terapêutico/espiritual do Rapé

            O rapé é uma medicina sagrada – um espírito poderoso da floresta e, deve ser tratado como tal. É uma medicina muito forte que como já disse anteriormente, pode trazer o bem ou o mau, tudo depende de como é utilizado.
                        Não se toma rapé a toda hora. Para quem estuda o rapé, recomenda-se usá-lo de manhã (antes do café da manhã), final de tarde (após trabalho) e a noite, antes de dormir (para trazer bons sonhos e ter uma noite tranquila de sono). Em trabalhos cerimoniais, podem-se tomar vários sopros, de acordo com a necessidade e o propósito.
            Não é recomendado tomar rapé sob o sol (principalmente nos horários em que o sol está mais intenso). A força do rapé é acentuada nesta situação e, além disto, é dito que é como desafiar o espírito do Sol.
            O rapé usado muito frequentemente causa moleza, fraqueza, dores nas articulações. Por isso, mesmo para quem estuda, é importante fazer pausas durante alguns dias e fazer tratamento com kapun (vacina do sapo), seguida de dieta (sem açúcar, sexo e rapé). Segundo os Yawanawa, o kapun limpa toda a energia do rapé e renova a energia corporal.
            Deve-se evitar usar e/ou aplicar rapé em público (que não conhece tal prática). Segundo os Huni Kuin, a pessoa que está aplicando pode contrair algum tipo de doença ou mal, devido à energia gerada por quem observa.
            É dito por ambas às etnias que aplicações muito fracas ou muito fortes não são boas nem para quem aplica nem para quem recebe. Rapé é medicina de cura; se tomar deve ser forte o suficiente para tal, mas não mais forte que o necessário (por isso a importância do estudo e experiência com o rapé).
            Não se recomenda emprestar instrumentos de aplicação (principalmente o curipe – aplicação pessoal), a não ser para pessoas que trocam rapé com você e que você confie plenamente.
            Só tome rapé de quem você conhece e confie. Evite também receber ou se autoaplicar rapé de procedência desconhecida.
            Essas são apenas algumas recomendações importantes para quem quer ter boas experiências com a medicina do rapé. Desfrute com consciência e sempre lembrando que o rapé é uma medicina de pajé (de cura) e, portanto, deve ser utilizada com respeito.

             HAUX!
             Vinícius Casagrande Fornasier

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Márcia Rosa de; LIMA, Josélia Alencar; et al.PEREIRINHA – O primeiro alcaloide isolado no Brasil. Revista Fotoquímica – Ciência Hoje, Rio de Janeiro, RJ. 2007, 6 pag.

TAVARES, Juliana de Abreu Werner. AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTINOCICEPTIVA DO EXTRATO BRUTO, DAS FRAÇÕES DOS COMPOSTOS OBTIDOS DE Geissospermum vellosii. Dissertação de Mestrado, programa de pós graduação da UFSM. Santa Maria, RS, 2008. 78 pag.

VINNYA, Aldaiso Luiz. Ochoa, Maria Luiza Pinedo. Teixeira, Gleyson de Araújo. (Orgs.) Costumes e Tradições do Povo Yawanawá. Comissão Pró-Índio do Acre / Organização dos Professores Indígenas do Acre. – Rio Branco, 2006. 180p.

http://rapesagrado.blogspot.com.br  Um pouco sobre rapé

http://www.youtube.com/watch?v=5jsacYiOPlM O Rapé é coisa séria - Histórias de rapés II

http://www.youtube.com/watch?v=E9Jp3s5_YK4 Viver -  Rapé

45 comentários:

  1. BOM DIA, VENHO AQUI EXPRESSAR MINHA GRATIDÃO POR ESTE ESTUDO, POIS SOU ESTUDANTE DESTA MEDICINA JÁ A ALGUM TEMPO E PERCEBO EM ALGUNS TEXTOS SEMPRE AS MESMAS FORMAS REPETITIVAS DE PSEUDO ESCLARECIMENTOS SOBRE O USO DA MEDICINA SAGRADA, MAIS NESTE ESTUDO ENCONTREI CLAREZA E RESPEITO POR ALGO TÃO SAGRADO COMO O RAPÉ, QUE O GRANDE ESPÍRITO OS ABENÇOÁ EM CONHECIMENTO E LUZ HAUX,HAUX, HAUSX...

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    1. Gratidão irmão! Também quero dizer que eu e nosso grupo estamos a disposição de maiores informações ou trabalhos com as medicinas da floresta.
      Abraço!! HAUX!

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    2. Haux haux .. Início hoje meu estudo e foi muito bom ler este artigo.... Gratidão

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    3. Muito esclarecedor. Fiquei apenas com a dúvida sobre composição do rapé Huni Kuin, qual casca é utilizada e quais suas propriedades terapeuticas. Gratidão! Serafim

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    4. Muito esclarecedor. Fiquei apenas com a dúvida sobre composição do rapé Huni Kuin, qual casca é utilizada e quais suas propriedades terapeuticas. Gratidão! Serafim

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  2. Parabéns pelo estudo!! Muito esclarecedor e bem escrito, de forma direta e simples.

    Muito obrigado,

    Gratidão

    Hilas

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  3. Muito bom este estudo, ajudou a esclarecer muitas coisas para mim. Obrigada por compartilhar!

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  4. Texto arretado! Há muito que eu queria entender mais sobre essa ciência da floresta e consegui sanar todas as minhas dúvidas e curiosidades aqui. Obrigadíssima!

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    1. OLÁ TXAI, TUDO BEM? E QUAIS SÃO AS SUAS CURIOSIDADES? SERÁ QUE SÃO AS MESMAS MINHAS???
      FAÇA CONTATO!OK?
      FORTE ABRAÇO! SDDS

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  5. ó grande estudioso do rapé!! salve!!! recentemente participei de uma roda com 4 pajés ayawanawá e em sentí muito segura com eles. sou bastante disciplinada com o rapé!! adquiri meu autoaplicador e a mistura. gostei muito de sua pesquisa. aqui no recife, tb estou neste caminho da pesquisa.haux!!

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  6. Vinicius, gratidão por escrever e poder clarear informações tão delicadas e difíceis de compreender partindo de uma perspectiva acadêmica. Sou estudante da medicina e estava procurando respostas para solucionar as minhas dúvidas. Parabéns e belissimo trabalho.
    Haux

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  7. Gratidão a todos! Este artigo é apenas um resumo dos trabalhos realizados em nosso espaço. Que isso possa ser um incentivo a pesquisas mais aprofundadas, para que assim como a ayahuasca, o rapé esteja entre as principais medicinas de cura do planeta. Ahow!

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  8. Muito bom seu artigo. Obrigada pelas infos. Gostaria de saber onde posso encontrar o rapé e curipe para vender de forma segura. Obrigada! Namastê!

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  9. gostaria de comprar uma Tipi como faço?

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  10. Somos todos família! Gratidão Txai! Espero que um dia possa conhecer o Rapa Nui, e sinta-se convidado para conhecer o Rainha do Céu em Ribeirão Preto SP (Santo Daime). A medicina que mais me agrada é o Purinã, mas aprecio o Tsunum também! Haux Haux !

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  11. Boa tarde, irmão, gratidão por compartilhar estes ensinamentos!
    Fiquei com uma dúvida a respeito do estudo do Rapé com aplicação diária, no caso, a dieta sem açúcar e abstinência sexual são durante os dias em que estiver aplicando o rapé diariamente ou durante as pausas? No caso de ser durante as pausas, antes de iniciar o estudo o ideal é que eu tenha feito essa dieta?
    Agradecida, Haux Haux!

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    1. Olá irmã! Eu percebi através das perguntas feitas ao longo deste último ano de 2013 que há uma interpretação errônea da questão deste estudo/dieta do rapé.
      Primeiro: o estudo seguido de dieta não pode ser feito por conta própria (raras exceções). É preciso que alguém, com bastante experiência com esta medicina passe este estudo (geralmente são de pessoas que tiveram a benção de algum pajé ou alguém muito conectado espiritualmente a esta medicina). A dieta do rapé é um estudo que conecta a um processo de auto conhecimento e, geralmente, trabalhará aspectos de "sombra" da pessoa.
      Segundo: para iniciar um estudo/dieta é bom que a pessoa já tenha experiências com o rapé e que até mesmo se aplique já. Porque, quando este estudo é sério e bem guiado, ele é muito profundo e só quem está pronto e com propósito claro é que consegue terminar o estudo - já tivemos vários casos de "quebras" de dieta (estamos falando de pessoas espiritualizadas e que já usavam rapé a um bom tempo). Isto é muito grave, pois estamos falando de um espírito da floresta. Para assumir este "compromisso" espiritual com esta medicina é preciso estar bem focado num propósito espiritual - muita humildade e verdade!
      A questão da "pausa" é apenas uma recomendação para quem usa muito frequentemente o rapé. Sempre há que se perguntar: porque vou tomar rapé? Para que propósito? Eu sempre pergunto isso para quem me pede um sopro. Rapé é medicina é deve ser usada com muita responsabilidade - por isso é bom dar um tempo para sentir se você está alinhado com a medicina, se está fazendo bom uso... enfim!
      Para finalizar, saliento que já soube de algumas pessoas que fizeram um estudo por conta ou "receberam" de pessoas que mal conhecem a medicina... muito cuidado! Isto eu, particularmente, não aprovo....
      Gratidão! Haux!

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    2. Boa noite, Vinicius, li sua resposta um pouco tarde, mas enfim... rs, a pessoa que me iniciou na medicina do rapé, digo, que me ensinou a soprar, a firmar, chamar a força, a questão do respeito e tudo o mais é uma pessoa de muito conhecimento mesmo, a considero uma Xamã Urbana, eu mostrei a ela seu texto e ela disse que eu poderia fazer o estudo, e eu fiz, e assim, foi muito bom, achei que as aplicações eram bem mais fortes durante o estudo, mesmo que fosse o mesmo sopro e a mesma quantidade de sempre, mas foi muito bom, aprendi muito sobre a força, o sopro, os tipos de rapés que servem melhor para determinadas coisas e até a influência do som durante a aplicação, eu fiquei os 15 dias de aplicação diária sem consumir doces apenas, e em abstinência sexual, quanto a carne eu já sou vegetariana ...mas provavelmente consumi açúcares de outros alimentos não doces, mas em baixa quantidade.
      Notei um pouco de fraqueza e fadiga nesse tempo, mas me recuperei bem em questão de uma semana acho, e qualquer dúvida ou dificuldade sempre tive essa pessoa de confiança a minha disposição, fiz apenas 1 aplicação por dia em jejum sempre pela manhã...
      De qualquer forma, agradeço pela resposta, e pelo conteúdo postado, realmente muito rico, de fato, seria melhor ter um "orientador", mas para mim foi bom o estudo mesmo feito dessa forma, eu confio muito na medicina e na minha espiritualidade e eu fiz o estudo com muito respeito, mas é claro que já me auto aplicava rapé e já havia soprado algumas vezes em outras pessoas, mas justamente pela responsabilidade de aplicar em outras pessoas achei muito importante fazer um estudo da medicina.

      Gratidão! :)

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  12. Infelizmente, tenho visto a utilização desta medicina se perdendo das origens, inclusive perdendo o sentido do sagrado, triste fato que já aconteceu com outras medicinas como o próprio tabaco. Gratidão por este artigo, espero que ele possa ser divulgado amplamente!

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  13. Olá Vinicius
    Obrigado por esse texto foi esclarecedor.
    Comecei a aplicar o rapé a pouco tempo embora ja tenha conhecido a um bom tempo acredito que ele veio em boa hora. Tem me feito muito bem e venho cada vez mais procurando saber como usá-lo da melhor maneira possivel.
    Muito obrigado!

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  14. Olá Vinícius. É o seguinte, a muito tempo eu sofro com uma sinusite que não me deixa, e me causa muito desconforto, até mesmo em relacionamentos. Uma namorada que eu tive quando mais novo, chegou a me deixar pq disse que sempre que transávamos, meu nariz exalava um cheiro muito desagradável, devido a sinusite e chegou a me dizer que eu não buscava tratamento, enfim. Tratamento eu sempre busquei, porém sempre a base de antibióticos, e sempre a sinusite volta. Quando eu uso rapé, sinto um grande resultado, pois consigo eliminar muita secreção que eu nem imaginava que ali estava e me sinto melhor. Porém após o uso, sinto muita tontura e chego a vomitar. Queria poder ter mais acesso a cultura indígena, sou de (Minas Gerais) e assim fazer um uso melhor do rapé. Não sei se o rapé que eu compro é legítimo, enfim, Não sei oq eu faço. O rapé melhora minha sinusite, mas as tonturas e os vômitos me assustam. Pode me aconselhar de algum jeito? Abraço.

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    1. Olá Thiago! Tudo bem?

      Prefiro que me procure por e-mail para podermos trocarmos umas idéias (vinifornasier@gmail.com). Mas digo a você que os sintomas que sentes são normais é cabe a você estar entregue para a cura. Mas é bom saber sim que rapé está usando e como estás usando...

      Abraço

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  15. hoje farei o meu primeiro uso de rapé pesquisei muito e encontrei um lugar confiável para comprar, obrigado por este estudo, em algumas coisas tenho um modo de pensar diferente como uma medicina NATURAL por que grande é Deus que criou a natureza para podermos usufruir das coisa boas que ela nos oferece muito obrigado... Deus te abençõe.

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  16. rapé, estou sempre aprendendo com a medicina, tenho um bom pocado de rapé mas só leva que tomar comigo na minha frente.
    oxss oxss oxss

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  17. Minha duvida e a seguinte: É possível desmaiar ao usar o rapé? Outro dia nao estava bem, usei mas durante o uso achei que ia desmaiar e nem pude aproveitar o momento de tanto desespero...

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    1. O rapé pode levar a estados bem profundos... já fizemos estudos muito profundos com esta medicina e nunca ninguém desmaiou... O que acontece é um estado parecido (sensação que vai desmaiar ou apagar) mas, que na real é um estado profundo de consciência que a medicina o leva (geralmente do inconsciente ou da sua sombra) e que para isto é bom estar com bom suporte espiritual (outras pessoas apoiando, ancoramento de fogo, entre outros... ) para poder confiar e entregar... senão acaba na peia (este desespero caótico) como aconteceu... Esta medicina tem muito poder e é preciso conhecê-la bem para usá-la para curas...

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  18. alerta importante:
    1)a utilização do rapé pelas vias aéreas de forma segura, requer aplicador (tepi ou kuripé), do contrário, aspirando o pó, mesmo em pequenas porções entre os dedos, partículas microscópicas podem alojar-se nos pulmões, causando o bloqueio dos alvéolos (como no caso do enfisema e da silicose)
    2)a área em que o pó do rapé se aloja (seios frontais/estenoidais/paranasais) são espaços ocos dentro do crânio, ensejando, após os efeitos, a retirada do pó, através de lavagem com água e ou soro fisiológico (aspiração/ou sopro) para excreção de resíduos (http://pt.wikipedia.org/wiki/Seio_paranasal);
    3)uma das consequências de deixar os resíduos, ou sujeira, sem limpeza adequada das vias, é a ocorrência de fungos (bolas fúngicas - polipose naso-sinusal), caso que pode agravar-se, dificultando a respiração e ensejando como alternativa cirurgias invasivas(http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1809-48642012000200020&script=sci_arttext)
    #fikdik - compartilhamento tecnoxamânico

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  19. Tenho uma dúvida, a aplicação de rapé pode transmitir doenças como hiv e hepatites? A que tipo de perigos estamos sujeitos quando recebemos uma aplicação de rapé? Gosto muito desta medicina, mas sempre me inquieto com essas questões.
    Agradeço desde já

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  20. quem quizer usar como algo "espiritual", "ritualistico" ou somente por "entretenimento" também pode!!
    Cagação de regra fudida!!

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  21. Gostei, mas no mesmo artigo fala que acaba com a sonolência e acaba com a insônia. Estou errada ou é contraditório? No meu caso, aplicar rapé de dia é ótimo, mas antes de dormir é péssimo, pois não durmo de jeitonenhum. Obrigada. barbaranassif@hotmail.com

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  22. Rapé tsunu muito bom. Mim usar desde que nascer. Mulher achar ruim porque mulher não índia. Mulher não saber porra nenhuma. Uga uga.

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  23. Excelente.Altamente esclarecedor.Grata.Cecília Carneiro de Albuquerque

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  24. Como fazer rape.com pau pereira ou semente de angico?

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  25. onde consigo comprar o rape, com segurança.?

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  26. onde consigo comprar o rape, com segurança.?

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  27. Gratidão pelos ensinamentos, e continuarei estudando para ajudar com segurança e amor.

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  28. Boa noite
    Desde ja muito grata pelo excelente artigo.
    A minha duvida é a dieta é feita durante o estudo ou após o termino do estudo? Suponho que seja durante faz sentido tal como com outras medicinas, mas o artigo deixou me essa duvida. Onde posso adquirir rapé de forma segura para ser enviado para portugal?

    Ahow

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    1. Ahow princesa,olha só onde nos encontramos ☺

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  29. Obrigada pelo artigo. Gostaria de saber mais sobre os problemas que podem surgir (para além dos físicos). Em Portugal o rapé está sendo utilizado "ritualmente" por pessoas que se auto-proclamam "mulheres medicina" de ética duvidosa (digamos assim, para bom entendedor meia palavra basta). É preocupante pois a Ayahuasca já foi também ela apropriada, com resultados desastrosos. O que fazer quando as medicinas sagradas de outros povos (agora não são mais do que um produto no "supermercado espiritual" em muitos países do Ocidente) são apropriadas e administradas por quem não o deve fazer?

    Sonia

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  30. Boa noite!!! Gostaria de informações e orientações sobre o uso do rapé, tenho muita ansiedade. Quem puder me acompanhar, fiquei muito agradecido. Obrigado.

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  31. Salve irmão Vinicius.

    Enviei um e-mail pra ti... por favor, dê uma olhadinha o quanto antes?

    É muito importante!

    Te agradeço e honro por esse estudo e pela sua vida.

    Aho!

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  32. Eu já tinha tomado muitas vezes mas nunca tinha encontrado a verdadeira força do rapé
    Mas comecei a estudar sobre sopros e energias q são trocadas nessa Medicina e comecei a ter um propósito com essa força e então por eu pedir o espirito do rapé me deu um estudo profundo em uma aplicação astral mesmo e aí eu percebi q é mesmo uma grande força e q se pode receber muitos ensinos desta santa Medicina. Obrigado a rainha da floresta e haux haux a todos!

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